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domingo, 26 de setembro de 2010

PROPOSTAS DE DIRETRIZES PARA SALA DE INFORMÁTICA DE ESCOLAS ESTADUAIS DO PARÁ

Nos dias 17 e 18 de setembro, professores de SIE(sala de informática educativa) estiveram reunidos no HANGAR, Centro de Convenções da Amazônia, por ocasião do I Encontro Estadual de Professores de SI, reunidos em GTs os professores traçaram as propostas inicias das diretrizes para sala de informática das escolas públicas do estado, momento único e profícuo. Veja as deliberações iniciais:

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sábado, 18 de setembro de 2010

CONHEÇA O PROJETO ÁFRICA NA ESCOLA




LINK:http://www.africanaescola.com.br/projetos.html

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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

FUNÇÃO DOS RECURSOS DIDÁTICOS NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM


  Os Recursos didáticos, são de importância capital para uma aprendizagem significativa, desde que seja utilizado como meio e não como fim em si mesmo, por profissionais capacitados que conheçam de fato suas potencialidades educativas. Desde o livro, a TV e o computador, podem possibilitar ao educando um estudo da realidade local, a ampliação da capacidade de observação do mundo que o rodeia e a construção da autonomia. Assim, o estudante terá mais facilidade de compreender o conteúdo se começar a abordá-lo, segundo sua realidade, seu desenvolvimento real e as relações com as situações regionais, nacionais e mundiais, percebendo criticamente o mundo, construindo uma aprendizagem autônoma e significativa.

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RECURSO DIDÁTICO_O USO DO COMPUTADOR


Como o computador deve ser usado na prática pedagógica, como recurso didático? 


Ao dinamizar o processo de aprendizagem, o uso do computador como recurso didático oportuniza aos alunos a utilização de software educativo integrados oa currículo, um currículo multicultural e multireferencial, que prime pela inter-relação entre as diversas disciplinas.


O computador pode ser utilizado na familiarização com  programas educativos,  em atividades de pesquisa em Sites também de cunho educativo, oportunizando sempre a exploração dos mesmos, visando a interação e desenvolvimento de  habilidades e potencialidades durante a construção das atividades e projetos, na visita de museus virtuais, na exploração de vídeos,  ifonográficos e simuladores, para produções de histórias em quadrinhos, histórias com ilustrações, jornalzinho, cartilha ilustrativa, folders, anúncio publicitário, mini dicionário temático etc.
Assim a  informática educativa faz a verdadeira articulação entre o ensinar e aprender em um processo contínuo, dialético de construção do conhecimento do educando. 

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sábado, 28 de agosto de 2010

FEIRA PAN-AMAZÔNICA DO LIVRO-África que fala português

Sucesso  absoluto o 1º dia da Feira Pan-Amazônica do Livro, com cerca de 27 mil visitantes, a feira deste ano faz uma justa homenagem aos países africanos que falam a língua portuguesa, e tem como patrono o multifacetado poeta amazônico Bruno de Meneses, célebre pelo seu livro Batuque, tratando em suas poesias da importância e influência da cultura negra na amazônia. A XIV Feira Pan-Amazônia acontece no Hangar (centro de convenções da Amazônia) até o dia 05 de Setembro, e já é considerada a terceira maior feira do Brasil, com uma programação rica e diversificada incluindo palestras, oficinas, apresentações teatrais  para todas as idades, agendamento prévio para escolas públicas e particulares, além da  programação de shows no palco externo que terá grandes atrações locais e nacionais.  Veja a programação:  







Domingo-29/08
20h - ORQUESTRA DE VIOLONCELISTAS DA AMAZÔNIA

21h - ALBA MARIA

22h - LEILA PINHEIRO


Segunda-feira- 30/08

20h - TAMBOR DE CRIOLA - Cachoeira do Piriá (Quilombo de Camiranga)

21h - ORQUESTRA SINFÔNICA DO THEATRO DA PAZ

22h - AMAZÔNIA JAZZ BAND


Terça-feira-31/08

20h- BAMBAÊ DO ROSÁRIO – Cametá (Quilombo de Juaba)

21h - PINDUCA

22h - MILTON GUEDES

Quarta-feira-01/09

20h - BANGUÊ CINCO DE OURO – Cametá (Quilombo de Maú)

21h - JAAFA REGGAE

22h - CALYPSO

Quinta-feira-02/09

20h - SAMBA DE CACETE – Baião (Quilombo de Umarizal)

21h - SUZANA FLAG

22h - GILBERTO GIL


Sexta-feira-03/09

20h – MARAMBIRÉ – Alenquer (Quilombo de Pacoval)

21h - FUNK COMO LE GUSTA

22h - LENINE


Sábado-04/09

20h - CLÃ REAL

21h - LUIZA POSSI

22h - EMILIO SANTIAGO


Domingo-05/09

20h - ADELBERT

21h - SANDRA DE SÁ

22h - MÓVEIS COLONIAIS DE ACAJU

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IDEIAS CRIATIVAS PARA O 20 DE NOVEMBRO_Fundação Cultural Palmares

A Fundação Cultural Palmares o Lança edital Ideias Criativas Para o 20 de novembro ( morte de Zumbi de Palmares) , dia Nacional da Consciência Negra, chamando a comunidade negra e toda a sociedade a pensar ações criativas para esse dia  tão importante para todos nós. As incriçãos devem ser feitas até o dia 16 de novembro, premiando 15 projetos em todas as regiões do  pais.



Acesse o link
 "O Brasil tem o corpo na  América e a alma África "
(Padre Antonio Vieira)

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sexta-feira, 18 de junho de 2010

O GRANDE SARAMAGO_O PAPEL DA ESCOLA NA FORMAÇÃO DO ALUNO LEITOR E ESCRITOR

Faleceu nesta sexta-feira, 18 de junho de 2010, o escritor português vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1998. Confira entrevista concedida à NOVA ESCOLA em 2003, na qual Saramago argumenta que a língua é uma  ferramenta de comunicação e cabe à escola ensinar a usá-la

Leia:
O Prêmio Nobel de Literatura José Saramago começou a ter contato com livros ao freqüentar o curso técnico de mecânica, estimulado pela disciplina de Literatura. Escreveu seu primeiro romance aos 25 anos, Terra do Pecado, e parou. Ficou duas décadas sem nada publicar. Em 1966 lançou coletâneas de poemas e ensaios escritos nas horas vagas. Sua carreira literária decolou mesmo quando ele estava com 57 anos, com Levantado do Chão. Dono de narrativa de estilo inconfundível, faz de seus romances verdadeiras reflexões sobre o ser humano, suas preocupações mais íntimas e aspectos da vida que o inquietam. Saramago esteve no Brasil em maio de 2003, lançando o romance, O Homem Duplicado, quando nos concedeu esta entrevista por e-mail, contando um pouco de seu processo de criação e de sua visão do papel do professor e da escola na formação do aluno leitor e escritor. "Cabe à escola ensinar o aluno a escrever corretamente", afirma o autor, para quem a língua é a mais eficiente ferramenta de comunicação e, como tal, "precisa estar sempre limpa e em condições de uso". As ideias de Saramago põem em questão o papel da escola no desenvolvimento da criatividade. Ele provoca os educadores ao afirmar que para navegar sem regras é preciso ser um bom condutor, e este não se faz sem aprendê-las. Saramago não espera - e portanto não cobra - da escola a subversão da língua, e sim seu domínio.

O estilo de sua escrita muitas vezes subverte a estrutura da língua portuguesa, atitude raramente valorizada pelos professores quando manifestada pelos alunos. O senhor acredita que há pouca flexibilidade na forma de lecionar o português?

José Saramago A escola deveria ensinar a ouvir. Cabe a ela ensinar o aluno a escrever corretamente e também explicar por que as regras são assim, e não de outra maneira. Mas a escola não será o lugar onde se subverte e revoluciona a estrutura da língua. Essa tarefa pertence aos escritores, se estes consideram que têm motivos para o fazer.

A maneira como a língua é ensinada não influi no surgimento de novos estilos?

Saramago Os estilos saem do ovo da sua própria necessidade. Ensine-se a pensar claro e a escritura será clara. E, já agora, gostaria que houvesse uma luta implacável contra o erro de ortografia. A língua é uma ferramenta de comunicação de todas a mais perfeita , e as ferramentas (pergunte-se a um operário) têm de estar limpas e em condições de trabalhar eficazmente.

É difícil criar uma nova maneira de redigir quando existe toda uma norma culta que impõe regras a quem usa a língua?

Saramago Como eu disse, a escola não é o lugar em que se subverte a estrutura da língua porque ela não tem preparação própria suficiente para se arriscar nessa aventura. As regras são como os sinais de trânsito numa estrada. Estão ali para orientar e dar segurança ao condutor. Claro que é possível viajar por uma rodovia onde não haja sinais de trânsito, mas para isso é indispensável ser um bom condutor. Aí está a diferença.

Nas suas memórias de estudante, o que mais influenciou a sua carreira?

Saramago Nada me influenciou verdadeiramente, nem ninguém. Salvo a seleta escolar (a coletânea de textos literários que havia à disposição dos alunos), que para mim fez as vezes da biblioteca que não existia na minha casa. Depois descobri o caminho das bibliotecas públicas, e foi aí, sem que eu pudesse sequer imaginá-lo, que o escritor começou a nascer.

No início de sua carreira, a crítica literária muitas vezes foi negativa ao analisar suas obras, mas isso não o impediu de continuar...

Saramago Uma ou outra crítica reticente ou negativa que algum dia me tenha sido feita não mereceria que lhe pusessem ao pescoço um cartaz tão terrível. Salvo, evidentemente, se se trata de opiniões que não chegaram ao meu conhecimento. De qualquer modo, nem a crítica mais destrutiva me faria desviar do meu caminho.

O prazer que crianças e adolescentes sentem ao escrever corre o risco de ser minado por críticas negativas recebidas durante as aulas. Como seria a maneira mais adequada de analisar as redações dos alunos?

Saramago Penso que a análise deveria ser não de julgamento, mas orientadora. O mais fácil de tudo é dizer "isto está bem" ou "isto está mal". Os problemas começam quando se quer explicar o porquê e se chega à conclusão de que afinal o que determinou o juízo, positivo ou negativo, foi simplesmente o gosto pessoal e intransmissível do mestre.

De que maneira um professor de Língua Portuguesa incentiva e ajuda seus alunos a compor boas redações?

Saramago Pondo-os para ler em voz alta. Não há maneira melhor de ganhar consciência do que se lê, e, portanto, do que se poderá vir a escrever. O que os signos impressos mostram é o desenho da palavra "embalsamada". Só a leitura em voz alta a "ressuscita" completamente. Os docentes dirão que não há tempo para isso, mas depois não terão outro remédio que corrigir erros que poderiam ter sido evitados. Se é que verdadeiramente os corrigem. Porque corrigir não é traçar um risco vermelho debaixo da palavra. Corrigir é reconstruir a palavra na mente do aluno.

Como se dá o processo de criação de seus livros?

Saramago É quase impossível lhe dar essa resposta. Pode-se recordar como nasceu a idéia de um romance, pode-se reconstituir mais ou menos o que no seu percurso foi consciente, mas, tal como sucede com os icebergs, o mais importante não se vê. O que sustenta o visível está por baixo. Sabe-se aonde se quer chegar, mas, exceto alguns pontos de passagem, não conhecemos o itinerário. Como escreveu Antonio Machado, o grande poeta espanhol, é o andar que faz o caminho.

O senhor não planeja a obra que está iniciando?

Saramago No meu caso particular, o romance cresce como cresce uma árvore. Suponha que a árvore conhece a altura que terá, o aspecto geral da espécie a que pertence, mas sabe (imagino que sabe) que não será igual à sua vizinha. Os ramos podem nascer-lhe mais acima ou mais abaixo, apontar para um lado ou para outro. Se tem um plano de crescimento, é possível dizer que nesse plano há tanto de liberdade como de necessidade. Para mim, seria impensável estabelecer um plano rígido para o livro, com cada coisa no seu lugar e um lugar para cada coisa. As associações de idéias, processo mental que não controlamos, podem levar-nos por caminhos que não havíamos previsto. Também na escrita a liberdade vai de braço dado com a necessidade.

Depois de finalizar um romance, o senhor costuma modificar o que inicialmente escreveu, aumentar ou diminuir capítulos, inserir novos trechos?

Saramago Volto à comparação com a árvore. Podemos conceber uma árvore capaz de corrigir-se a si mesma? Não ignoro que há autores que trabalham longamente sobre o texto, que desenvolvem, encurtam, intercalam. Não é o meu caso. Avanço devagar, com a preocupação de não deixar pontas soltas, e isso permite-me manter sempre "esticado" o fio narrativo. De todo o modo, não devemos esquecer que o texto é inseparável do momento em que é escrito. Há muito de aleatório no que se escreve.

O que significa escrever para o senhor?

Saramago É ir descobrindo que tínhamos na cabeça mais coisas do que havíamos suposto antes.

Como o senhor escolhe os temas de seus romances?

Saramago Não "escolho" os assuntos dos meus romances. São eles que se apresentam de súbito, e às vezes nas situações mais prosaicas. O autor é "escolhido" pelo assunto, não o contrário. Quando parar de redigir, isso significará que os temas deixaram de considerar-me capaz de lidar com eles. Quanto à circunstância de que eles sejam o que são e não outros, isso explicar-se-á, talvez, por determinados estímulos exteriores encontrarem eco na minha mente mais facilmente que outros.

Há temas que o escolhem, então, com mais freqüência?

Saramago Há que levar em conta a natureza pessoal do autor. Não tenho nada contra a alegria, mas sou e sempre fui melancólico. E tenho a veleidade de pensar que o ser humano cresce mais com a tristeza que com a alegria. Começando pelas crianças. Se uma criança está triste, melancólica, pensativa, deixemo-la em paz porque está a crescer.

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ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA_JOSÉ SARAMAGO

Saudades eternas!!!

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domingo, 18 de abril de 2010

CURSOS NTE BELÉM

Novas Inscrições para o Curso Introdução à Educação Digital



O curso visa promover a inclusão digital de professores e técnicos em educação. O curso é presencial e tem carga horária de 40 horas e o objetivo é apresentar aos professores e técnicos em educação o computador, o sistema operacional Linux (BotoSetCabano), os principais aplicativos do pacote BR-Office (editor de texto, de apresentação e planilha eletrônica) e a internet e suas possibilidades de uso pedagógico.



As aulas ocorrerão no próprio NTE Prof. Washington L. B. Lopes - NTE Belém - e temos vagas para os seguintes dias e horários:



Manhã:
2ª e 4ª - 8 às 12 h - Prof. Aderilson Ribeiro



Tarde:

2ª e 4ª - 14 às 18 h - Profª. Carolina Pitágoras



3ª e 5ª - 14 às 18 h - Prof. Sanches


Noite:



2ª e 4ª - 18 às 22 h - Prof. Juscelino Hernandes



3ª e 5ª - 18 às 22 h - Prof. Jorge Andrade



Marcelo Carvalho

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quinta-feira, 11 de março de 2010

A PRODUÇÃO DE BRINQUEDOS EDUCATIVOS FEITOS COM MIRITI E SUA UTILIZAÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS

 Trabalho inovador da E.E.E.F.M Joaquim Viana de Ananindeua, que está participando da Febrace (Feira Virtual de Ciência e Engenharia). Leia o resumo do projeto, asista o vídeo e vote neste projeto que alia os saberes tradicionis aos universalmente produzidos, em prol de uma educação contextualizada e autonoma.

Autores:
Luana Letícia Silva dos Santos, Glenda Ronely Gomes Correa

Orientador:
Ângela Costa Santa Brigida

Instituição:
E.E.E.F.M. Joaquim Viana

Resumo:
Foram construídos brinquedos educativos que servirão como instrumentos complementares nas aulas de Física, Química e Biologia utilizando-se como matéria-prima o Miriti (Mauritia Flexuosa), que pode ser adquirido com facilidade na capital, Belém. O presente projeto visa despertar o interesse dos alunos do ensino médio para a disciplina de Física, Química e Biologia, a partir da construção de brinquedos educativos, desenvolvendo, assim, a criatividade, estimulando a curiosidade e relacionando-os ao cotidiano dos alunos. A fabricação dos brinquedos privilegiou um planejamento segundo a escolaridade e os conteúdos da disciplina, os brinquedos foram construídos juntamente com os alunos por meio de oficinas ministradas pelo professor coordenador do projeto. Os brinquedos escolhidos foram: rato, roda-gigante, tatu, cobra, barco, periscópio, estrutura de DNA, células animais e vegetais e modelos atômicos de diversas estruturas. Os estudos teóricos foram baseados em cada brinquedos, dentre eles, temos: Movimento Circular, Transmissão e Conservação de Energia, Empuxo, Óptica Geométrica, Ecologia, a Célula, Tabela periódica, Química Orgânica, dentre outros. Esse projeto tem como meta construir no prazo de um ano, diversos brinquedos para serem usados em sala de aula, visto que a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Professor Joaquim Viana não possui um laboratório Multidisciplinar para que as aulas práticas dessas disciplinas sejam ministradas.

Assista o vídeo:


Acesse o link e vote já:http://febrace.org.br/virtual/EXA/211/

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terça-feira, 9 de março de 2010

PEDAGOGIA DE PROJETOS

O trabalho com projetos trazem em si uma perspectiva interdisciplinar, possibilitando um leque de opções, que pode ter como ponto de partida os temas do cotidiano do educando, levando o desvincilhamento das amarras curriculares, e ultrapassando a idéia de que a realidade é um dado pronto e imutável, neste sentido, trazendo para a cena do aprendizado todas as possibilidades de construção, estimulando a livre expressão dos alunos e a socialização do conhecimento construído.

Assim, possibilita uma educação dialógica, onde os educandos se percebam como sujeito do seu conhecimento, e não como meros receptores (educação bancária), desenvolvendo suas habilidades e potencialidades em um ambiente de aprendizagem que priorize a troca entre todos e que inclua a todos.

O ser humano é um ser aprendente e inacabado, é essa consciência de nossa incompletude que nós torna mais flexíveis e abertos ao diálogo com as diferenças. É com a percepção de que eu só existo na relação com o outro, com quem troco e acumulo experiências, aprendendo e ensinando, que há situações diversificadas e significativas de aprendizagem. E nesse sentido que professor e aluno precisa ser um constante pesquisador, elaborando e executando projetos, trabalhando de forma colaborativa e interdisciplinar para a construção de uma escola dialógica e solidária

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segunda-feira, 8 de março de 2010

"O espelho é a nova submissão feminina"-Mary Del Priore

Autora de 25 livros, inclusive “História das Mulheres no Brasil”. Mary, 57 anos, diz que a revolução feminista do século XX também trouxe armadilhas, em entrevista a revista ISTOÉ. "Na semana do Dia Internacional da Mulher, a historiadora afirma que as brasileiras são apáticas, machistas e escravas da ditadura da beleza"

ISTOÉ:Neste 8 de março, há motivos para festejar?

Mary Del Priore - Não tenho nenhuma vontade. O diagnóstico das revoluções femininas do século XX é ambíguo. Ele aponta para conquistas, mas também para armadilhas. No campo da aparência, da sexualidade, do trabalho e da família houve benefícios, mas também frustrações. A tirania da perfeição física empurrou a mulher não para a busca de uma identidade, mas de uma identificação. Ela precisa se identificar com o que vê na mídia. A revolução sexual eclipsou-se diante dos riscos da Aids. A profissionalização, se trouxe independência, também acarretou stress, fadiga e exaustão. A desestruturação familiar onerou os dependentes mais indefesos, os filhos.

ISTOÉ:Por que é tão difícil sobreviver a essas conquistas?

Mary Del Priore - Ocupando cada vez mais postos de trabalho, a mulher se vê na obrigação de buscar o equilíbrio entre o público e o privado. A tarefa não é fácil. O modelo que lhe foi oferecido era o masculino. Mas a executiva de saias não deu certo. São inúmeros os sacrifícios e as dificuldades da mulher quando ela concilia seus papéis familiares e profissionais. Ela é obrigada a utilizar estratégias complicadas para dar conta do que os sociólogos chamam de “dobradinha infernal”. A carga mental, o trabalho doméstico e a educação dos filhos são mais pesados para ela do que para ele. Ao investir na carreira, ela hipoteca sua vida familiar ou sacrifica seu tempo livre para o prazer. Depressão e isolamento se combinam num coquetel regado a botox.

ISTOÉ: Que a sra. pensa das brasileiras na política?

Mary Del Priore - Elas roubam igual, gastam cartão corporativo igual, mentem igual, fingem igual. Enfim, são tão cínicas quanto nossos políticos. Mensalões, mensalinhos, dossiês de todo tipo, falcatruas de todos os tamanhos, elas estão em todos!
Por que as políticas brasileiras não têm agenda voltada para as mulheres?


ISTOÉ:Por que o feminismo não pegou no Brasil?

Mary Del Priore - Apesar das conquistas na vida pública e privada, as mulheres continuam marcadas por formas arcaicas de pensar. E é em casa que elas alimentam o machismo, quando as mães protegem os filhos que agridem mulheres e não os deixam lavar a louça ou arrumar o quarto. Há mulheres, ainda, que cultivam o mito da virilidade. Gostam de se mostrar frágeis e serem chamadas de chuchuzinho ou gostosona, tudo o que seja convite a comer. Há uma desvalorização grosseira das conquistas das mulheres, por elas mesmas. Esse comportamento contribui para um grande fosso entre os sexos, mostrando que o machismo está enraizado. E que é provavelmente em casa que jovens como os alunos da Uniban aprenderam a “jogar a primeira pedra” (na aluna Geisy Arruda).

ISTOÉ: que as mulheres do século XXI devem almejar?

Mary Del Priore - O de sempre: a felicidade. Só com educação e consciência seremos capazes de nos compreender e de definir nossa identidade.

veja a entrevista completa acesse o link:

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GAME SOBRE A REPÚBLICA BRASILEIRA



O LivroClip cria game sobre os presidentes do Brasil com supervisão da historiadora Maria Aquino, professora da faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da universidade de são paulo, o jogo  ou Quiz digital foi lançado no Centro Cultural da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro. Excelente e divertido recurso para o aprendizado de história do Brasil, focando especialmente nos movimentos sociais, na política e na economia da República Brasileira.
confira:livroclip

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domingo, 27 de dezembro de 2009


Feliz Ano Novo


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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

NTE-Belém

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

POTENCIALIDADES E DE DIFICULDADES PARA O USO DAS MÍDIAS NA ESCOLA.

A integração das mídias e tecnologias no PPP (projeto político pedagógico) e no currículo escolar é um grande passo. O outro grande passo é elaborar ações articuladas, projetos que incluam os vários espaços pedagógicos da escola (sala de leitura, informática, multidisciplinar) e os diversos sujeitos. O uso das mídias requer um trabalho integrado, entre professores (das diversas áreas do conhecimento, e dos diversos espaços pedagógicos), gestores, funcionários, e alunos.
A formação de professores nesse processo é fundamental, o NTE em Belém oferta o curso de 100 horas de informática educativa, é um passo importante. Além disso, profissionais da sala de informática podem auxiliar nesse processo, dando pequenas oficinas para professores de inclusão digital, sobre possibilidades e potencialidades das TICs na educação, ou oficina de blog, discutindo e elaborando projetos que incluam outras tecnologias e mídias em suas práticas.
Neste caminho encontramos muitas dificuldades, a falta de apoio dos gestores, a resistência de colegas com o uso das tecnologias, e especialmente temos que quebrar estigmas e estereótipos com colegas e toda a comunidade, mostrando verdadeiro papel dos professores que estão em espaços pedagógicos como sala de vídeo e informática, que estão ali sim pra fazer um trabalho significativo, produtivo, sendo um articulador de ações, em prol de uma verdadeira inclusão social e digital.

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TV NA ESCOLA E OS DESAFIOS DE HOJE


Sem dúvida a TV tem um papel importantíssimo como fonte de informação e entretenimento, para grande maioria do povo brasileiro, especialmente a população mais carente. Também é inquestionável o fato de que ela precisa melhorar em qualidade sua grade de programação, especialmente no mundo em que vivemos de transformações constantes. A família como célula mater, precisa definir sim, o que é adequado para cada idade, e deve também, como aponta o vídeo (1º depoimento), orientar e discutir aquilo que acriança tomou contato pela televisão ou sobre aquilo que inevitavelmente irá tomar. Com a crise de valores que vivemos a TV, se utilizada sem orientação, e em excesso, pode se tornar uma arma perigosa. Daí a necessidade do acompanhamento dos pais e da família inicialmente.
Nos educadores temos uma grande responsabilidade, como mediadores de processos de aprendizagem, temos que ajudar no desenvolvimento da capacidade crítica do aluno e em sua leitura competente do mundo em que vivemos, e isso inclui o discernimento do que de fato é bom na TV, para sua formação em quanto ser humano, cidadão e profissional.
O uso da TV na educação, portanto, se faz necessário. Ela sem dúvida nos traz inúmeras possibilidades. É necessário que se mostre principalmente, que tudo tem várias versões e é necessário que se conheça todas elas e que se discuta as mesmas. É importante discutir também o papel dos programas, das novelas, estimulando uma análise cítico-social, daquela que em muitos lares substitui os pais, é a conselheira, a psicóloga, a melhor amiga (sendo a única companhia), a TV.

Wanessa Cardoso

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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

15 DE OUTUBRO DIA DO PROFESSOR!!

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RecadosOnline - Encontre muito mais Dia do Professor em nosso site. Confira!

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PROFESSOR BRASILEIRO

Parabéns a todos os professores pelo seu dia,
que seja um dia de reflexão de sua prática,
de renovação de seus sonhos
e de luta pela valorização da profissão!!


TONHO ORGULHO DE SER UM PROFESSOR BRASILEIRO!!

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sábado, 12 de setembro de 2009

A ESCRITA E A LEITURA NO HIPERTEXTO

Não é possível pensar a educação desvinculada da leitura, pois esta é uma ferramenta indispensável na construção de uma sociedade apta a ler o mundo a sua volta e ainda, adquirindo conhecimento, informação, lazer, cultura e integração social.
No entanto, não basta apenas se ter a consciência de que a leitura é indispensável à formação do homem, é necessário criar meios para que o ato de ler venha se tornar uma realidade concreta na vida desse indivíduo. A escola é a instituição responsável por despertar no aluno o interesse e o prazer pela leitura, portanto precisa estimular novas formas de letramento, desenvolvendo as habilidades de leitura e escrita do alunado através da internet, do computador, usando o mundo virtual e todas as novas tecnologias em favor da educação/formação de seus alunos, conscientes de que o domínio da língua (oral e escrita) é fundamental para participação social, pois é por meio dela que o homem se comunica, tem acesso à informação, expressa e defende pontos de vista, partilha e constrói visões de mundo e produz conhecimento.
A cultura do hipertexto instiga o alunado, que ao tomar contato com uma leitura alinear (subvertendo assim a ordem da leitura impressa e linear) escolhe os caminhos a ser trilhado na busca do conhecimento, torna–se co-autor em um processo de interação contínua e coletiva, constrói sua autonomia, e sua percepção enquanto sujeito histórico e social.Assim, ao ensinar a partir de uma perspectiva interdisciplinar e multireferencial de educação, através do uso de várias linguagens a escola assume sua responsabilidade de garantir a todos os seus alunos o acesso aos saberes lingüísticos necessário para o exercício da cidadania

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REALIZAÇÕES NTE BELÉM